Escrevi estes contos há muitos anos, como um presente de aniversário para minha filha, Virgínia Maria.
Eles nasceram da vontade de oferecer-lhe histórias cheias de encanto, ternura e esperança — histórias que falassem de amor, coragem, amizade e da busca pela verdadeira felicidade.
Revisitei esses textos agora, com o olhar da mulher que sou hoje, e percebi o quanto eles continuam vivos. Cada conto traz um pedacinho da minha imaginação, mas também o eco das narrativas que embalaram tantas infâncias antes da nossa — os contos de fadas que atravessam o tempo.
As três histórias que compõem esta pequena coletânea foram escritas em 1989, como presente de aniversário de sete anos para minha filha.
Hoje, publico-as aqui como uma homenagem à infância, à imaginação e à ternura que continuam a nos inspirar — porque os contos de fadas, mesmo reinventados, ainda nos ensinam a acreditar na bondade e na luz.

Raio de Sol
Um conto original inspirado na tradição dos contos de fadas clássicos.
Nele, uma princesa nasce sob uma profecia, enfrenta o destino e descobre a força da verdade e da bondade.
Apesar de usar elementos típicos do gênero — reis, profecias, castelos e encantamentos —, Raio de Sol é uma história criada por mim, com personagens, nomes e situações originais.

O Urso Encantado
Uma livre adaptação de um conto tradicional dos Irmãos Grimm, intitulado Branca-de-Neve e Rosa-Vermelha (Schneeweißchen und Rosenrot).
A narrativa original é de domínio público e pode ser lida em:
Minha versão, porém, é contada em nova voz: mais leve, mais próxima da linguagem brasileira, e com algumas mudanças que buscam dar à história um tom próprio e afetivo.

Moema e as Fadas
Um conto totalmente original, nascido da ideia de que a verdadeira felicidade não vem do que temos, mas do que somos e do que damos.
Moema é uma menina brasileira, e as fadas que a visitam representam os valores que conduzem o coração humano: a Beleza, a Riqueza e, por fim, o Amor.

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